Era uma linda manhã
Sai a galinha e a cotia
Nas margens do riacho
A raposa de longe olhava
A galinha nem percebia.
A cotia estava salva
O perigo se aproximava
De longe a dona raposa
Escondida espreitava
Nem uma pobre galinha
A maldosa respeitava.
Enquanto isso a raposa
Já degustava o almoço
Olhava salivando
Aquele belo pescoço
Comeria bem devagarinho
Lambuzando com o osso.
A galinha percebendo
Usou da sua inteligência
Deixou a cotia sozinha
Fugiu com toda urgência
A raposa que se virasse
Com a sue ausência.
A raposa com sua astúcia
Se achando inteligente
Nem ao menos percebeu
Que a galinha sumiu de repente
Do alto a gasolina gritou:
Bem feito sua insolente.
Final da história
A galinha sem opção
Passou a noite na árvore
A raposa tomou outra direção
Agora com certeza
Aprendeu uma lição.
Irá Rodrigues.
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