sexta-feira, 22 de julho de 2022

POESIAS DIA DA VOVÓ

 DIA DA VOVÓ

Chegue na casa da vovó
Dê aquele abraço apertadinho
Diga o quanto ama
Deixe ela cheia de carinho.
vovó é mãe cheia de açúcar
não gosta de reclamar
tem aquele ditado que diz
Vó só sabe estragar.
mas não acredite nisso
se o neto fica doente
Faz aquele remedinho
vó cuida tão bem da gente.
e agora vamos ver
quem vai descrever
o jeitinho da sua avó
num desenho, queremos ver.

autoria- Irá Rodrigues.



terça-feira, 19 de julho de 2022

DE TUDO ACONTECE NA FLORESTA ENCANTADA

 


 

Nem bem o Sol desperta começa a sinfonia, assim é o barulho do campo, o passarinho molha o bico nas gotas de orvalho e logo outros começam e juntos acordam toda a floresta.

O galo das campinas sempre atrasado canta rouco curucucú... curucucúuuuu...

As formiguinhas saem em filinhas para a suas labutas, cortar folhinhas para descansarem no inverno.

Lagartinhas saracoteando picotam as folhas da aroeira que irritada reclama, enquanto dona abelha começa colher o néctar para encher seu baldinho e fazer o melhor mel da região.

E de tudo acontece na floresta encantada.

 

Autora Irá Rodrigues

 

 

DONA ANDORINHA

 

 


 

Bailava por entre as flores, quando ouviu o beija-flor dizer que teria festa no jardim e todos os bichinhos foram convidados.

Ela cuidou de calçar seus sapatinhos de cetim, amarrar lencinho nas asas, assim seria a mais linda e cobiçada da festa.

Pensando em se divertir com suas pernas longas pegou a bolsa de pluma colocou na asa, amarrou um laçarote na cabeça, olhou-se no espelho das águas do lago. Se achou linda! Perfumou-se e saiu.

Voava tão baixinho quando encontrou dona pardoca desanimada ao lado do ninho.

- Que fazes ai amiga, não vai à festa? 

- Não posso, estou terminando de construir a minha casinha e logo terei filhotes.

A andorinha se despediu dizendo que se quisesse ir amanhã ajudaria na construção. Hoje é festa! Vamos nos divertir- Concluiu a andorinha.

A pardoca pensou, pensou. 

- Mas não tenho nada para me enfeitar. Não posso aparecer assim tão sem graça. 

A andorinha retirou da bolsa uma flor e com cuidado prendeu na cabeça da pardoca que se sentindo radiante seguiu a amiga pela floresta.

O calor estava intenso, com sede as duas pousaram no lago para beber água.

Lá estava a joaninha de asa baixa. Ao ver as duas todas enfeitadas foi correndo perguntar cheia de curiosidade;

- Vamos a festa no jardim! Você não foi convidada? Perguntou a pardoca.

- Sim, o vento distribuiu os convites, mas não me preparei para esse grande dia.

- Não pode perder amiga.

Agora é você que vai terminar essa história.

 

Autora Irá Rodrigues

 

 

FINAL DE INVERNO

 


 

Quando o dia acordou, os passarinhos começaram a suas cantorias, as árvores vestidas a rigor para a grande festa. O Sol se espreguiça cuspindo seus raios luminosos entre os galhos fazendo bordados no chão deixando os canteiros todos iluminados.

Os bichos acordam, uns espreguiçam outros aparecem nas janelinhas das suas tocas, a raposa abre a boca bocejando e reclamando que ainda era cedo para toda aquela folia dos passarinhos. Logo a coruja sai do buraco trazendo os filhotes para se aquecerem ao sol. Dona brisa começa a varrer as folhas secas que cobre o chão. Os coelhos que nada fazem correm para a horta de dona macaca e começam a devorar as cenouras fresquinhas.

A natureza inteira desperta, o riachinho canta, os peixes fazem cambalhotas pulando na correnteza como verdadeiros bailarinos.

A andorinha sacode as asinhas estica as pernas, molha o bico numa gota de sereno e começa a sua serenata entre um canto e outro enche o papo com semente de capim. O macaco Julião chega trazendo um cacho de bananas maduras para alimentar sua família, enquanto comem jogam as cascas lá embaixo onde formigas bundudas já esperam ansiosas pelo delicioso banquete.

Na porta do cogumelo a joaninha admira uma borboleta que se liberta do seu casulo juntando-se a outras que se assanham nas flores do seu jardim.

Do meio da floresta surgem as fadinhas do bem espalhando sorrisos de estrelas nas portas das casinhas dos duendes para que eles acordassem e fosse participar da corrida organizada pelos sapinhos.

Autora Irá Rodrigues

UMA CASINHA MODESTA

 

 


Todas as manhãs, os bichinhos saem para trabalhar, outros vão brincar, cai a chuva e todos correm para se proteger, mas a tartaruga nem sai do lugar.

- O coelho todo ensopado pergunta:- Você não tem medo da chuva?

A tartaruga coloca a cabeça na janela e sorrindo diz:

- Eu estou dentro de casa e não vou me molhar, sou feliz e posso levar a minha casinha para onde eu quero passear. Não pago aluguel e cada dia conheço um lugar diferente, amigos especiais e comida farta.

O coelho ficou a pensar:- Sabe que a tartaruga tem razão.

Mas coelho não pode, gostamos de pular e correr livres, não iria viver numa casinha.

A tartaruga sorrindo respondeu;

- Deus cria cada um do seu jeito e nada pode mudar.

O coelho deu um salto e saiu feliz pela floresta, deixando a tartaruga enfiada em sua casinha.

 

Autora Irá Rodrigues

OS DOIS MOLEQUES

 

 


Francisco e Frederico sempre apareciam para pegar passarinhos.

Com tantas sementes de capim era fácil pegar curiós. Só não sabiam que os pássaros odiavam aqueles meninos dois traquinos do mesmo tamanho, eram perversos pegavam os passarinhos abandonando seus filhotinhos nos ninhos.

Era muita maldade trancar a gente nas gaiolas como presos condenados, nos arrancando da nossa liberdade- diziam os passarinhos voando alto para não serem pegos...

Dizia um curió- Deus nos fez com asas para ser livres e voar, com bico para cantar.

A maldade desses moleques é bem maior se divertem quando os alçapões estão cheios dos pobres curiós se debatendo. Enquanto ficamos aqui sem poder ajudar, gritava um sanhaço...

E assim os dois moleques voltavam felizes para suas casas sem pensar na maldade que fizeram, na dor dos filhotinhos morrendo sem comida e sem aconchego.

Qual será o final dessa historinha?

 

 

Autora Irá Rodrigues

AVENTURAS

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Fiapo, visivelmente apressado não demorou mais de dez minutos para se aprontar.

Parecia com pressa para chegar a algum lugar e, rodando sobre os pés saiu quase a correr. Passou pela cozinha e pegando um pedaço de pão, olhou a velha cozinheira e indagou:

- Bartira você já viu um ovo de jacaré?

Ora, ora! – resmungou a velha, conheço tão bem assim como sei que está aprontando alguma travessura.

Fiapo abriu a capanga que trazia no ombro e mostrou todo animado. Era como exibisse um tesouro.

- Menino cuide logo de colocar isso lá na beira do lago antes que a mamãe jacaroa sinta sua falta e venha buscar...

Fiapo olhou espantado, - como ela vai saber que fui eu que peguei seu ovo?

Ora. Ora! -  Ela sente pelo seu cheiro –   Leva isso logo menino olha o que digo. – Ralhou a boa velha

O resto eu deixo você escrever...

 

 

Autora Irá Rodrigues

A REVOLTA DO TIMTIM

  01 O gato chegou correndo Invadiu logo a cidade Nem parava para ouvir Saia em velocidade Queria ouvir do cão Toda a sua verd...