segunda-feira, 2 de junho de 2014

QUEM DERA...



Todas as crianças
Fossem felizes
Que fossem esperadas
Com anseios de esperança...


Quem dera
Nenhuma delas fosse
Condenada escravizada
Ou mesmo rejeitada...


Que todas elas
Fossem recebidas
Com amor e oração
Que nunca lhes faltasse
O leite e o pão...
Quem dera...  

AVENTURA DE MENINOS...





Saem José e João
Pegam um alçapão
Para pegarem corujão...


Era uma perversidade
Trancar os bichinhos
Mas eles só brincavam
Depois soltavam...


E rindo diziam
Se Deus os fez livres
E não presos condenados
Arrancar da liberdade
Era sim uma maldade...


E assim soltaram o corujão
Que bateu asas
Esbugalhou os olhos
E partiu sem direção...

O GATO...



Inventou ser cozinheiro
Imagine que confusão
Se na hora aparece um rato
Vai ter chuva de prato...

Um corre daqui
Corre dali
E o gato todo calado
Cozinha todo animado...

Fez um bolo de chocolate
Salpicou de queijo branco
Colocou num lindo prato
E ai convidou o rato...

chegou todo animado
Lambia a língua se deliciava
Não via a hora do lanche
Assim se empanturrava...

ERA UMA MANHÃ



Observava aquele cenário
Dois passarinhos andavam
Alegremente no jardim
Pulavam de galho em galho
No florido jasmim...

E assim fiquei a olhar
A alegria dos passarinhos
Nem o nome eu sabia
Eram pretos e amarelinhos...

E bicavam as frutas frescas
Mangas suculentas
Nem precisam descascar
Com seus bicos afiados
Começam a beliscar...


E todos satisfeitos
Voam de volta ao ninho
Com certeza alimentar
Seus lindos filhotinhos...


Nas manhãs bem serenadas
Bebem as gotas de orvalho
Que passarinhos  preguiçosos
Ir ao lago não dar trabalho...


À tarde o calor é grande
Ai não fica sem água
E no lago a encantar
Vai a sede saciar...


Tomam banho batem asas
E de novo no jardim
Estão  os passarinhos
Bicam frutas saciam
E logo voam e vão dormir...

CURIÓ




Todo belo e assanhado
Esse teu cantar suave
É brilho de liberdade
Feliz tu és por nunca ter sido trancado...

Imagine teus irmãos
Numa gaiola aprisionada
Sem ver a luz do amanhecer
Se cantar é de tristeza
Assim nunca perde a certeza...


De um dia poder fugir
E para bem longe poder ir
Assim seu canto será de alegria
Vibrando com maestria...


Feliz és tu curió
Que livre faz teu ninho
Tem mulher e a sorte
E juntos criam filhotes...


É lindo ver a beleza desse curió
Livre voa entre bandos
Nas árvores podem pousar
Das frutas se alimentam
E juntos podem cantar...


Dormem em bandos onde quiser
Sonhando com a liberdade
Que Deus os concebeu
Esse canto de alvorada
Que desperta na madrugada...

O ESPETÁCULO VAI COMEÇAR



Esvoaçantes beija-flores
Bailando com sutileza
Entram nas casas a levitar
Deixam seu canto e voltam a voar...


Nas flores da janela
Encostam o longo bico
Beijam com tanto amor
Que sutileza encantada
Esse lindo beija-flor...


Quando chega a primavera
Eles chegam esvoaçantes
O bico de tão longo e fino
Parece que vai quebrar
Quando uma flor ele beijar...

AS FORMIGAS...



Corajosas devoradoras
Às vezes prudentes
Outras salientes
Atacam todas contentes...

Imagine uma pobre árvore
Devorado pelas amigas
Quer testar passe mel
Depois adeus direto pro céu...

A marcha é perigosa
Parecem soldados atacantes
Sobem  tão alto
São repugnantes...

Não gostam de migalhasPreferem um bom banquete
Se não acham fazem protesto
As mocinhas não tem nada discreto...

Nem quero imaginar
Em teu corpo passeando
Se tudo que acha na frente
As danadas vão devorando... 

A REVOLTA DO TIMTIM

  01 O gato chegou correndo Invadiu logo a cidade Nem parava para ouvir Saia em velocidade Queria ouvir do cão Toda a sua verd...