
Todo belo e assanhado
Esse teu cantar suave
É brilho de liberdade
Feliz tu és por nunca ter sido trancado...
Imagine teus irmãos
Numa gaiola aprisionada
Sem ver a luz do amanhecer
Se cantar é de tristeza
Assim nunca perde a certeza...
De um dia poder fugir
E para bem longe poder ir
Assim seu canto será de alegria
Vibrando com maestria...
Feliz és tu curió
Que livre faz teu ninho
Tem mulher e a sorte
E juntos criam filhotes...
É lindo ver a beleza desse curió
Livre voa entre bandos
Nas árvores podem pousar
Das frutas se alimentam
E juntos podem cantar...
Dormem em bandos onde quiser
Sonhando com a liberdade
Que Deus os concebeu
Esse canto de alvorada
Que desperta na madrugada...
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