sexta-feira, 17 de setembro de 2021

POEMINHA INFANTIL

 















MINICONTOS

 

HARMONIA NA FLORESTA

 

Todos viviam numa grande harmonia, as árvores cuidavam de proteger os bichos, a brisa tomava conta das flores, cada um tinha a sua tarefa sempre cuidando do outro.

A cigarra tinha a tarefa de alegrar as manhãs, as tardes a sinfonia era por conta dos passarinhos, à noite a serenata era obrigação dos grilos. Ali não sobrava espaço para o silêncio, quando isso acontecia dona brisa cuidava de chamar o vento que assanhava as árvores balançava as folhas fazendo batucada no farfalhar de bater asas de borboletas.

Assim que o sol dava bom dia! Chegavam as abelhinhas fazendo zum... zum... Com seus baldinhos colhendo o néctar para produzir mel, a centopeia que além de exibir seus cem pezinhos era muito curiosa e tudo queria saber e foi correndo saber o que as abelhinhas faziam com tantos baldinhos de mel.

- Bom dia bichinha rastejante de cem pezinhos! Aonde vai com tanta pressa? Parece que vai atropelar a brisa. Disse a abelhinha.

- Bom dia abelhinhas! Estou aqui matutando umas curiosidades,

O que fazem com tantos baldinhos de mel? Vocês trabalham, trabalham e não descansam.

- Centopeia querida não pode parar de colher o néctar para falar com você ou o mel se congela. Logo chega o verão as flores secam e onde iremos encontrar mel para adoçar as crianças. Por isso precisamos colher, colher e assim que aqui não tiver mais flores mudamos para outra região. Disse a abelhinha mais velha enquanto as outras não paravam de colher o néctar das flores amarelas.

- Cada um com a sua atividade, vou ali comprar sapatos novos e não preciso trabalhar. Disse a centopeia toda vaidosa.

- Oras! Oras! De que vale a vida sem uma atividade, gritaram as abelhas enquanto a centopeia saia agitada atropelando nos seus cem pezinhos.

E assim continuava a vida na floresta encantada.

 

Autoria- Irá Rodrigues



TRAVESSURAS DE JUCA

 

O menino Juca, magrinho com suas canelas fininhas, era cheio de aventuras, gostava de se embrenhar na mata a procura de passeinhos, mas ele não prendia e nem maltratava os bichinhos.

O que ele queria era anotar em seu caderninho a cor da plumagem de cada um e gravar o canto em seu gravador que ganhou do avô em seu aniversário.

Numa certa manhã pegou a capanga colocou tudo que precisava e lá se foi floresta adentro imitando o canto do sabiá.

E algo estranho aconteceu.

O resto deixo pra você continuar.   

 

 

 

Autoria- Irá Rodrigues




 

Na floresta encantada

 

Animais e plantas estavam agitados devido a um boato espalhado pelo vento sobre uma festa que iria acontecer do outro lado do rio lá no recanto dos pássaros...

Tudo naquele lugar era motivo para festejar, dessa vez seria diferente, apareceu uma águia vindo de outro reino apresentando-lhe como contadora de histórias.

Todos queriam ir e assim o dia foi pequeno para tanto alvoroço, os passarinhos estavam sendo avisados com antecedência, assim teriam tempo para chegarem de papo cheio sem pressa para saírem em busca de sementes para se alimentarem.

A tardinha chegavam passarinhos e logo os galhos se enchiam com as mais lindas cores de penas esvoaçantes, beija-flores sugavam gotas do orvalho caindo ao anoitecer assim afinavam os bicos, enfim todos os bichos chegavam ocupando os seus lugares.

A águia toda imponente saúda todos e começa a narrar uma das suas historinhas.

Nem um bico se abria, nem um sussurro se ouvia, todos de olhos e ouvidos atentos.

- Era uma vez num reino bem longe daqui apareceu um casal muito estranho, uma cobra e um jacaré dizendo-se apaixonados.

A história continuava os olhos se esbugalhavam a curiosidade em saber o final fazia com que todos ficassem em silêncio, sem conseguir segurar a língua o tamanduá falou:

- Não estranho mais nada vivemos em uma floresta onde as rochas se movem de um lugar a outro e se esticam ou encolhem. As flores reclamam se o sol está muito quente exigindo um guarda-sol, todos reclamaram da audácia do tamanduá em interromper a história.

A águia a pedido dos passarinhos continuou.

- A cobra era uma serpente de manchas escura muito vaidosa fazia de tudo para aparecer a mais bela, o jacaré era discreto pouco falava e vivia de cara feia, derreteu-se de amor pela cobra e chega o belo dia do casamento.

Antes que a cobra falasse sim o jacaré deu uma bocada engolindo a pobre sem ao menos dar chance de se defender.

 

Moral da história- jamais confie em quem não conhece.

 

 

 

Irá Rodrigues
Santo Estevão - BA – Brasil



O RATINHO GULOSO

 Tico era um ratinho muito do guloso, só tinha de grande barriga e orelha. O bichinho era cotó teve seu rabinho arrancado por um gato malvado e assim ele parecia uma bola de pelos castanhos.

Quando o dia amanheceu, Tico pulou da rede onde dormia, tinha sonhado que estava numa fábrica de queijos se refastelando com aquele banquete.

-Hum! Lambeu os bigodes até sentindo o gostinho dos queijos frescos. -Pensava o ratinho guloso.

Sentiu a barriga roncar, espreguiçou e saiu para fuçar o lixo da casa vizinha, ali com certeza encontraria um belo café com migalhas de pão e bolo.

Para sua surpresa, a porta estava entreaberta e com toda a sua gula começou a mexer o nariz farejando o cheiro apetitoso que vinha lá de dentro.

Nem olhou para os lados, entrou correndo na cozinha.

- Vou me fartar- Pensou Tico escalando a perna da cadeira, arregalou os olhos quando viu a mesa cheia de coisas gostosas. Sem pestanejar começou a degustar de tudo até que viu o queijo, comia com tanta gula até que a barriga ficou estufada, agora sim parecia mesmo uma bola de pelos.

Coitado de tanto comer deu moleza e ali mesmo adormeceu.

O que será que vai acontecer com Tico?

Agora é sua vez de dar fim na história.

 

          Autora- Irá Rodrigues







terça-feira, 17 de agosto de 2021

FOLCLORE

 

FOLCLORE BRASILEIRO

 

22 de agosto é o seu dia

De contar muitas histórias

Das lendas, mitos e criaturas

No imaginário das nossas memórias.

 

O Saci Pererê na sua alegria

É um moleque endiabrado

Pulando de uma perna só

Adora uma estripulia.

 

Dizem que a mula sem cabeça

Solta fogo sem ter venta

Corre louca pela floresta

Assombrando quem apareça.

 

A Iara canta pra encantar

Vive na magia das águas

Vive a procura de um moço

Pra com ela se casar.

 

Com lendas e sabedorias

Assim é o nosso folclore

Com lendas histórias

Mistérios e magias.

 

Autora- Irá Rodrigues.

Diretos autorais protegido pela lei 9.610 de 1998

 

 

FOLCLORE DO NOSSO MUNICÍPIO

 

 O folclore tem lendas e mitos

Muitos nascem na imaginação

Várias histórias são contadas

Passando de geração a geração.

 

Aqui no nosso município

Temos muito para falar

 Bumba meu boi, capoeira

E as festas popular.

 

Tem as baianas e o candomblé

Quadrilhas juninas pra apreciar

Tudo faz parte do folclore

E muitas lendas pra contar.

 

Na nossa cultura folclórica

Aqui na nossa cidade

Tem as comidas regionais

Com toda sua diversidade.

 

 E falando em folclore

Os livros trazem lendas

Brincadeiras divertidas

Com suas belas parlendas.

 

 E nos contos folclóricos

Tem os amiguinhos da natureza

O boitatá mito da origem indígena

E o Saci com toda a sua esperteza.

 

E quem não lembra Monteiro Lobato

O folclore bem representado

O curupira e o lobisomem

Com seu jeito engraçado.

 

 

 

Criança tem medo da cuca

Com sua cabeça de jacaré

Bruxa velha assustadora

Quem encontra dá no pé.

 

 

Autora- Irá Rodrigues.

Diretos autorais protegido pela lei 9.610 de 1998

 

FOLCLORE

Pode até ser imaginação

Mas eu acho importante

Falar da nossa cultura

Alguns acham ser invenção.

 

São tantas manifestações

Da linguagem ao artesanato

As brincadeiras de criança

Nossos costumes e tradições.

 

Já ouvi tantas histórias

Do povo de antigamente

Era tanta sabedoria

Que se guarda na memória.

 

Naquele tempo que não ouvia

Falar do temido lobisomem

Que em noite de Lua cheia

Das sombras ele aparecia.

 

Autora- Irá Rodrigues.

 

 




FOLCLORE

 


Pode até ser imaginação

Mas eu acho importante

Falar da nossa cultura

Alguns acham ser invenção.

 

São tantas manifestações

Da linguagem ao artesanato

As brincadeiras de criança

Nossos costumes e tradições.

 

Já ouvi tantas histórias

Do povo de antigamente

Era tanta sabedoria

Que se guarda na memória.

 

Naquele tempo que não ouvia

Falar do temido lobisomem

Que em noite de Lua cheia

Das sombras ele aparecia.

 

Autora- Irá Rodrigues.

 

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

CORDEL INFANTIL

 

    AS FÉRIAS

A escola estava fechada

Aninha queria viajar

Vai pra casa da vovó

Com primos ir brincar

Só voltaria pra casa

Quando as aulas recomeçar.

 

Papai e mamãe mão vão

Eles precisam trabalhar

A vovó toda feliz

Esperava para abraçar

E muitos doces e bolos

Já começa a preparar.

 

Já na casa da vovó

Antes do galo cantar

Aninha pulava da cama

Nem o Sol começava a raiar

A vovó já na cozinha

Colocando pão pra assar.

 

O café sendo coado

O cheirinho se espalhava

Num pulo chegava na cozinha

Na mesa grande se sentava

De tudo que vovó fazia

Comia e se empanturrava.


X

 

CRIANÇA E NATUREZA

 

Toda criança gosta

Do encanto da natureza

Dos bichinhos que moram

Fazendo a sua beleza

Das flores que brotam

Isso se chama riqueza.

 

Mas é preciso aprender

E dela saber cuidar

Não maltratar os bichinhos

Que moram nesse lugar

Cuide da vegetação

É nosso direito preservar.

 

A natureza é a mãe

De todos os animaizinhos

Seja no rio ou no mar

Lá moram os peixinhos

Então não jogue lixo

Cuide dos amiguinhos.

 

Aprenda logo cedo

Evitar a poluição

Lixo tem seu lugar

Respeite a preservação

Criança que é consciente

Tem amor no coração.


X



A CHUVA PERALTA

Pingos de chuva dançando

Passarinho alegre a sorrir

Lagartinha apressada

Na arvore quer subir

Coitada não se segura

Já começa a cair.


A chuva encheu o lago

O sapo Lelé quer cantar

É agua pra todo lado

A rã começa a chegar

Peixinhos festejando

Num pulo querem nadar.

 

No aconchego da árvore

Cantarola o passarinho

A andorinha assanhada

Pousa no caminho

Os filhotinhos salientes

Pulam na beira do ninho.


X

 AS FÉRIAS

A escola estava fechada

Aninha queria viajar

Vai pra casa da vovó

Com primos ir brincar

Só voltaria pra casa

Quando as aulas recomeçar.

 

Papai e mamãe mão vão

Eles precisam trabalhar

A vovó toda feliz

Esperava para abraçar

E muitos doces e bolos

Já começa a preparar.

 

Já na casa da vovó

Antes do galo cantar

Aninha pulava da cama

Nem o Sol começava a raiar

A vovó já na cozinha

Colocando pão pra assar.

 

O café sendo coado

O cheirinho se espalhava

Num pulo chegava na cozinha

Na mesa grande se sentava

De tudo que vovó fazia

Comia e se empanturrava. 

                                     X


A MENINA E SUAS CONFIDENCIAS

 

Dizem que ela nasceu

Na linda primavera

Sorrindo a menina disse

Por isso meu nome é Vera

Pudesse ser uma borboleta

Nas asas de uma quimera.

 

 Sentada na porteira

Na sua linda inocência

Chamava o passarinho

A ele fazia confidencia

Viver livre na natureza

Que linda experiência.

 

A tarde estava bela

O calor do Sol esquentando

Depois de dias chuvosos

A menina ia inventando

Chamava seus amiguinhos

Que chegavam cantando.

 

Sonhava escrever cordel

Ver presos num barbante

Pensava e sorrindo dizia

Eu acho tão elegante

Os versinhos pendurados

Lidos por tanta gente.

                     X


O PARAÍSO

 

Quem mora na roça

Tem vida de verdade

Acorda com canto do galo

Respira a felicidade

Longe da barulheira

De quem vive na cidade.

 

O Sol parece mais belo

Quando começa a acordar

Espetáculo lindo assim

É presente pra admirar

Imagine o pôr do Sol

Vem aqui te encantar.

 

E o dia passa suave

Tem canto de passarinho

Cheiro de mato molhado

Tem até um riachinho

E uma estradinha

Que se chama caminho.

 

Tem criança crescendo

A natureza brotando

No lago ou no tanque

Tem patinho nadando

Ali perto tem a escola

E criança estudando.


                                                      Irá Rodrigues

Santo Estevão - BA – Brasil

http://iraazevedo.blogspot.com.br/

 

A REVOLTA DO TIMTIM

  01 O gato chegou correndo Invadiu logo a cidade Nem parava para ouvir Saia em velocidade Queria ouvir do cão Toda a sua verd...