Destinado especialmente a crianças e também aos adultos que vivem o encanto de criança. Todos os textos poemas e fábulas aqui publicados são de minha única e exclusiva autoria encontrando: Recanto das Letras, no VIVENDO CRIANÇA e na minha página ESPAÇO CRIANÇA. Não autorizo cópia dos meus trabalhos sem minha expressa autorização. Plágio é crime. Respeite os Direitos Autorais. Lei 9.610 de 19/02/1998
sexta-feira, 17 de setembro de 2021
MINICONTOS
HARMONIA NA
FLORESTA
Todos viviam numa grande harmonia, as árvores cuidavam de proteger
os bichos, a brisa tomava conta das flores, cada um tinha a sua tarefa sempre
cuidando do outro.
A cigarra tinha a tarefa de alegrar as manhãs, as tardes a
sinfonia era por conta dos passarinhos, à noite a serenata era obrigação dos grilos.
Ali não sobrava espaço para o silêncio, quando isso acontecia dona brisa
cuidava de chamar o vento que assanhava as árvores balançava as folhas fazendo
batucada no farfalhar de bater asas de borboletas.
Assim que o sol dava bom dia! Chegavam as abelhinhas fazendo zum...
zum... Com seus baldinhos colhendo o néctar para produzir mel, a centopeia que
além de exibir seus cem pezinhos era muito curiosa e tudo queria saber e foi
correndo saber o que as abelhinhas faziam com tantos baldinhos de mel.
- Bom dia bichinha rastejante de cem pezinhos! Aonde vai com tanta
pressa? Parece que vai atropelar a brisa. Disse a abelhinha.
- Bom dia abelhinhas! Estou aqui matutando umas curiosidades,
O que fazem com tantos baldinhos de mel? Vocês trabalham, trabalham
e não descansam.
- Centopeia querida não pode parar de colher o néctar para
falar com você ou o mel se congela. Logo chega o verão as flores secam e onde
iremos encontrar mel para adoçar as crianças. Por isso precisamos colher,
colher e assim que aqui não tiver mais flores mudamos para outra região. Disse
a abelhinha mais velha enquanto as outras não paravam de colher o néctar das
flores amarelas.
- Cada um com a sua atividade, vou ali comprar sapatos novos
e não preciso trabalhar. Disse a centopeia toda vaidosa.
- Oras! Oras! De que vale a vida sem uma atividade, gritaram
as abelhas enquanto a centopeia saia agitada atropelando nos seus cem pezinhos.
E assim continuava a vida na floresta encantada.
Autoria- Irá
Rodrigues
TRAVESSURAS DE
JUCA
O menino Juca,
magrinho com suas canelas fininhas, era cheio de aventuras, gostava de se
embrenhar na mata a procura de passeinhos, mas ele não prendia e nem maltratava
os bichinhos.
O que ele
queria era anotar em seu caderninho a cor da plumagem de cada um e gravar o
canto em seu gravador que ganhou do avô em seu aniversário.
Numa certa
manhã pegou a capanga colocou tudo que precisava e lá se foi floresta adentro
imitando o canto do sabiá.
E algo
estranho aconteceu.
O resto deixo
pra você continuar.
Autoria- Irá
Rodrigues
Na floresta
encantada
Animais e
plantas estavam agitados devido a um boato espalhado pelo vento sobre uma festa
que iria acontecer do outro lado do rio lá no recanto dos pássaros...
Tudo naquele
lugar era motivo para festejar, dessa vez seria diferente, apareceu uma águia
vindo de outro reino apresentando-lhe como contadora de histórias.
Todos queriam
ir e assim o dia foi pequeno para tanto alvoroço, os passarinhos estavam sendo
avisados com antecedência, assim teriam tempo para chegarem de papo cheio sem
pressa para saírem em busca de sementes para se alimentarem.
A tardinha
chegavam passarinhos e logo os galhos se enchiam com as mais lindas cores de
penas esvoaçantes, beija-flores sugavam gotas do orvalho caindo ao anoitecer
assim afinavam os bicos, enfim todos os bichos chegavam ocupando os seus
lugares.
A águia toda
imponente saúda todos e começa a narrar uma das suas historinhas.
Nem um bico se
abria, nem um sussurro se ouvia, todos de olhos e ouvidos atentos.
- Era uma vez
num reino bem longe daqui apareceu um casal muito estranho, uma cobra e um
jacaré dizendo-se apaixonados.
A história
continuava os olhos se esbugalhavam a curiosidade em saber o final fazia com
que todos ficassem em silêncio, sem conseguir segurar a língua o tamanduá
falou:
- Não estranho
mais nada vivemos em uma floresta onde as rochas se movem de um lugar a outro e
se esticam ou encolhem. As flores reclamam se o sol está muito quente exigindo
um guarda-sol, todos reclamaram da audácia do tamanduá em interromper a
história.
A águia a
pedido dos passarinhos continuou.
- A cobra era
uma serpente de manchas escura muito vaidosa fazia de tudo para aparecer a mais
bela, o jacaré era discreto pouco falava e vivia de cara feia, derreteu-se de
amor pela cobra e chega o belo dia do casamento.
Antes que a
cobra falasse sim o jacaré deu uma bocada engolindo a pobre sem ao menos dar
chance de se defender.
Moral da
história- jamais confie em quem não conhece.
Irá Rodrigues
Santo Estevão - BA – Brasil
O RATINHO GULOSO
Tico era um
ratinho muito do guloso, só tinha de grande barriga e orelha. O bichinho era
cotó teve seu rabinho arrancado por um gato malvado e assim ele parecia uma
bola de pelos castanhos.
Quando o dia amanheceu, Tico pulou da rede onde
dormia, tinha sonhado que estava numa fábrica de queijos se refastelando com
aquele banquete.
-Hum! Lambeu os bigodes até sentindo o
gostinho dos queijos frescos. -Pensava o ratinho guloso.
Sentiu a barriga roncar, espreguiçou e
saiu para fuçar o lixo da casa vizinha, ali com certeza encontraria um belo
café com migalhas de pão e bolo.
Para sua surpresa, a porta estava
entreaberta e com toda a sua gula começou a mexer o nariz farejando o cheiro
apetitoso que vinha lá de dentro.
Nem olhou para os lados, entrou correndo
na cozinha.
- Vou me fartar- Pensou Tico escalando a
perna da cadeira, arregalou os olhos quando viu a mesa cheia de coisas
gostosas. Sem pestanejar começou a degustar de tudo até que viu o queijo, comia
com tanta gula até que a barriga ficou estufada, agora sim parecia mesmo uma
bola de pelos.
Coitado de tanto comer deu moleza e ali
mesmo adormeceu.
O que será que vai acontecer com Tico?
Agora é sua vez de dar fim na história.
Autora-
Irá Rodrigues
terça-feira, 17 de agosto de 2021
FOLCLORE
FOLCLORE BRASILEIRO
22 de agosto é o seu dia
De contar muitas histórias
Das lendas, mitos e criaturas
No imaginário das nossas memórias.
O Saci Pererê na sua alegria
É um moleque endiabrado
Pulando de uma perna só
Adora uma estripulia.
Dizem que a mula sem cabeça
Solta fogo sem ter venta
Corre louca pela floresta
Assombrando quem apareça.
A Iara canta pra encantar
Vive na magia das águas
Vive a procura de um moço
Pra com ela se casar.
Com lendas e sabedorias
Assim é o nosso folclore
Com lendas histórias
Mistérios e magias.
Autora- Irá
Rodrigues.
Diretos autorais protegido pela lei 9.610 de
1998
FOLCLORE DO NOSSO
MUNICÍPIO
O folclore tem lendas e mitos
Muitos nascem na
imaginação
Várias histórias são
contadas
Passando de geração a
geração.
Aqui no nosso município
Temos muito para falar
Bumba meu boi, capoeira
E as festas popular.
Tem as baianas e o
candomblé
Quadrilhas juninas pra
apreciar
Tudo faz parte do folclore
E muitas lendas pra
contar.
Na nossa cultura
folclórica
Aqui na nossa cidade
Tem as comidas regionais
Com toda sua diversidade.
E falando em folclore
Os livros trazem lendas
Brincadeiras divertidas
Com suas belas parlendas.
E nos contos folclóricos
Tem os amiguinhos da
natureza
O boitatá mito da origem
indígena
E o Saci com toda a sua
esperteza.
E quem não lembra Monteiro
Lobato
O folclore bem representado
O curupira e o lobisomem
Com seu jeito engraçado.
Criança tem medo da cuca
Com sua cabeça de jacaré
Bruxa velha assustadora
Quem encontra dá no pé.
Autora- Irá
Rodrigues.
Diretos autorais protegido pela lei 9.610 de
1998
FOLCLORE
Pode até ser
imaginação
Mas eu acho
importante
Falar da
nossa cultura
Alguns acham
ser invenção.
São tantas manifestações
Da linguagem
ao artesanato
As
brincadeiras de criança
Nossos
costumes e tradições.
Já ouvi
tantas histórias
Do povo de antigamente
Era tanta
sabedoria
Que se
guarda na memória.
Naquele
tempo que não ouvia
Falar do
temido lobisomem
Que em noite
de Lua cheia
Das sombras
ele aparecia.
Autora- Irá
Rodrigues.
FOLCLORE
Pode até ser
imaginação
Mas eu acho
importante
Falar da
nossa cultura
Alguns acham
ser invenção.
São tantas manifestações
Da linguagem
ao artesanato
As
brincadeiras de criança
Nossos
costumes e tradições.
Já ouvi
tantas histórias
Do povo de antigamente
Era tanta
sabedoria
Que se
guarda na memória.
Naquele
tempo que não ouvia
Falar do
temido lobisomem
Que em noite
de Lua cheia
Das sombras
ele aparecia.
Autora- Irá
Rodrigues.
segunda-feira, 9 de agosto de 2021
CORDEL INFANTIL
AS FÉRIAS
A escola
estava fechada
Aninha
queria viajar
Vai pra casa
da vovó
Com primos
ir brincar
Só voltaria
pra casa
Quando as
aulas recomeçar.
Papai e
mamãe mão vão
Eles
precisam trabalhar
A vovó toda
feliz
Esperava
para abraçar
E muitos
doces e bolos
Já começa a
preparar.
Já na casa
da vovó
Antes do
galo cantar
Aninha
pulava da cama
Nem o Sol
começava a raiar
A vovó já na
cozinha
Colocando
pão pra assar.
O café sendo
coado
O cheirinho
se espalhava
Num pulo
chegava na cozinha
Na mesa
grande se sentava
De tudo que
vovó fazia
Comia e se
empanturrava.
X
CRIANÇA E NATUREZA
Toda criança gosta
Do encanto da natureza
Dos bichinhos que moram
Fazendo a sua beleza
Das flores que brotam
Isso se chama riqueza.
Mas é preciso aprender
E dela saber cuidar
Não maltratar os bichinhos
Que moram nesse lugar
Cuide da vegetação
É nosso direito preservar.
A natureza é a mãe
De todos os animaizinhos
Seja no rio ou no mar
Lá moram os peixinhos
Então não jogue lixo
Cuide dos amiguinhos.
Aprenda logo cedo
Evitar a poluição
Lixo tem seu lugar
Respeite a preservação
Criança que é consciente
Tem amor no coração.
X
A CHUVA
PERALTA
Pingos de
chuva dançando
Passarinho
alegre a sorrir
Lagartinha
apressada
Na arvore
quer subir
Coitada não
se segura
Já começa a
cair.
A chuva encheu o lago
O sapo Lelé quer cantar
É agua pra todo lado
A rã começa a chegar
Peixinhos festejando
Num pulo querem nadar.
No aconchego da árvore
Cantarola o passarinho
A andorinha assanhada
Pousa no caminho
Os filhotinhos salientes
Pulam na beira do ninho.
X
AS FÉRIAS
A escola estava fechada
Aninha queria viajar
Vai pra casa da vovó
Com primos ir brincar
Só voltaria pra casa
Quando as aulas recomeçar.
Papai e
mamãe mão vão
Eles
precisam trabalhar
A vovó toda
feliz
Esperava
para abraçar
E muitos
doces e bolos
Já começa a
preparar.
Já na casa
da vovó
Antes do
galo cantar
Aninha
pulava da cama
Nem o Sol
começava a raiar
A vovó já na
cozinha
Colocando
pão pra assar.
O café sendo
coado
O cheirinho
se espalhava
Num pulo
chegava na cozinha
Na mesa
grande se sentava
De tudo que vovó fazia
Comia e se empanturrava.
X
A MENINA E
SUAS CONFIDENCIAS
Dizem que
ela nasceu
Na linda
primavera
Sorrindo a
menina disse
Por isso meu
nome é Vera
Pudesse ser
uma borboleta
Nas asas de
uma quimera.
Sentada na porteira
Na sua linda
inocência
Chamava o passarinho
A ele fazia
confidencia
Viver livre
na natureza
Que linda experiência.
A tarde
estava bela
O calor do
Sol esquentando
Depois de
dias chuvosos
A menina ia
inventando
Chamava seus
amiguinhos
Que chegavam
cantando.
Sonhava escrever
cordel
Ver presos
num barbante
Pensava e sorrindo
dizia
Eu acho tão
elegante
Os versinhos
pendurados
Lidos por
tanta gente.
X
O PARAÍSO
Quem mora na
roça
Tem vida de
verdade
Acorda com
canto do galo
Respira a
felicidade
Longe da
barulheira
De quem vive
na cidade.
O Sol parece
mais belo
Quando começa
a acordar
Espetáculo lindo
assim
É presente
pra admirar
Imagine o pôr
do Sol
Vem aqui te
encantar.
E o dia
passa suave
Tem canto de
passarinho
Cheiro de
mato molhado
Tem até um
riachinho
E uma
estradinha
Que se chama
caminho.
Tem criança
crescendo
A natureza
brotando
No lago ou
no tanque
Tem patinho
nadando
Ali perto tem a escola
E criança estudando.
Irá Rodrigues
Santo Estevão - BA – Brasil
http://iraazevedo.blogspot.com.br/
quarta-feira, 4 de agosto de 2021
A REVOLTA DO TIMTIM
01 O gato chegou correndo Invadiu logo a cidade Nem parava para ouvir Saia em velocidade Queria ouvir do cão Toda a sua verd...
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CORDELZINHO JUNINO Vem com a gente Vamos logo animar Essa festa junina No nordeste é popular Então chega correndo O forró vai ...
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Vive no mundo da fantasia Brincadeiras sabem inventar Ai de quem reclamar A vida é só alegria... ...
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CHEGA DEZEMBRO Os anjinhos começam a trabalhar Ensaiam cantos no coro celestial Eles cantam a beleza do...






