quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

NATAL DA FLORESTA




 Os animaizinhos da floresta andavam numa correria para deixar a festa bem animada, nada poderia faltar desde a decoração com enfeites nas árvores até o banquete que teria que ser bem degustado por todos os convidados.
Observando aquela correria toda, a fada resolveu ajudar:
- Com essa correria toda nada vai ficar perfeito como pretendem, que tal sentarem descansarem um pouco e dividirem as tarefas, o dia está só começando até a noite tem muito tempo, e com sua varinha mágica fez com que todos a escutassem e logo começou a divisão das tarefas sem que nenhum reclamasse.
Ordenou que os passarinhos se retirassem, pois precisavam descansar a voz para cantarem alegremente as musicas natalina. Os macacos ficariam responsáveis pela ceia enquanto os outros cuidariam de decorar com flores trazidas pelos morcegos, frutos trazidos pelos gaviões, e cada um teve a sua atividade.
Tudo ficou perfeito, os vaga-lumes assim que o sol se despediu cuidou logo de acenderem as suas bundinhas deixando a floresta toda iluminada com luzinhas piscando.
Ora de todos se prepararem cada um querendo ficar mais elegante que o outro: Chegam os coelhos com suas cartolas e becas impecáveis, as cobras com seus trajes mesclados, os passarinhos chegaram ao maior estilo cada um vestido a rigor e logo começaram a afinar a orquestra. Os esquilos  com calças xadrez, camisa vermelha e gravata borboleta pulavam de árvore em árvores como se flutuassem em busca de algo para degustarem. O raposão como era doutor chegou todo vestido de branco trazendo embaixo da pata a sua maletinha de medicamentos. As macacas vestidas com seus vestidos coloridos não poderiam faltar colares de bananas amarelinhas, assim poderia comer quando a fome chegasse.
O leão apareceu mancando com a sua bengala ao lado chegava o tamanduá com sua cauda felpuda farejando as belas e inocentes formiguinhas.
Os macacos com seus trajes de gala eram os anfitriões da noite dando cambalhotas de felicidades.
A festa  estava muito animada, as horas se arrastavam com a maior preguiça como se quisesse esticar a noite, cada convidado chegava para abrilhantarem a festa.


ERA NOITE DE NATAL






O menino sobe no alto do morro de lá observa as luzes piscando nas grandes casas, pensativo olha para o céu quando uma estrela passa de um lado para o  outro. Achando ser Papai Noel em seu trenó ele fala com seus olhinhos grudados nas estrelas;
Papai Noel, eu  não tenho sapato para colocar na janela como todas as crianças, todos os anos coloco a minha gasta sandália, acho que de lá do alto você não consegue ver pois é tão velhinha. Ou será porque  a minha casinha é tão escura  e não tem luzes piscando como aquelas lá embaixo que mais parece o céu piscando de estrelinhas?
 Papai Noel; se sobrar algum brinquedo deixa na minha janela, pode ser aquele que as crianças não quiseram, e se for bem velhinho e quebrado eu mesmo conserto e vou gostar tanto quanto se fosse um daqueles luxuosos que só vejo nas vitrines das lojas.
Sabe Papai Noel; se não tiver brinquedo não vou ficar triste, pode ser um pão e um doce, assim eu e a minha mãezinha sentaremos do lado de fora para comer enquanto olhamos o brilho das luzes piscando nas casas lá embaixo.
Depois eu e a mamãe agradeceremos ao menino Jesus que foi tão pobre assim como eu, mas nunca deixou de dar amor. Porque amor Papai Noel não custa nada. Cansados  dormiremos  agradecidos pelo amor de Jesus por nós e pela bênção da vida.
Obrigada Papai Noel...


ÚLTIMO DIA DE AULA- CONTO DE NATAL






Como era de costume todos os anos acontecia à festinha de Natal onde os comerciantes da cidadezinha contribuíam com presentinhos para as crianças do vilarejo vizinho. Mas cada um escolhia uma criança a ser presenteada  pelo Papai Noel.
Juca era seu primeiro ano na escola e como nunca havia ganhado presentes ao ouvir seu nome e o Papai Noel segurando um embrulho o menino arregalou os olhinhos olhou para todos sem entender, pois não seria ele o menino que estava sendo chamado, mas era ele mesmo a professora olhou e disse:
-Vamos Juca é você mesmo levante e vá receber seu presente.
- O menino correu com seu corpinho franzino abraçou o seu presente todo embrulhado em papel vermelho com laçarote azul. Nem ficou mais na festinha saiu em disparada em direção a sua casa, ele descia a estradinha de terra correndo como um raio parecia ter medo que tomassem seu presente de volta.
Ofegante entrou na casa gritando: Mãe irmãos pai olhe eu vi Papai Noel ele chamou meu nome e me deu esse presente. Olhem! Vejam!
Todos correram para a porta sentaram no batente e juntos abriram a caixa. Os olhos do menino brilharam ali dentro tinha um sapato preto com cadarços, era seu primeiro sapato. Pensou: será que meu pé vai gostar de ficar aqui dentro sufocado?
Mas a alegria era tanta que não tinha tempo para falar nada apenas enfiando seu pé magrinho dentro do sapato.
Seus pés calçados o menino corria parecia flutuar enquanto a família ria de ver o contentamento do menino, sabiam que nunca teriam dinheiro para dar um par de sapatos Juca só tinha velhas alpercatas que recebiam em caridades na igrejinha.
 O menino não tirava o sapato do pé, a mãe dizia: Juca assim vai gastar tanto que na noite de Natal ele vai está velho e furado de tanto ficar andando por ai. Mas Juca nem ligava estava muito feliz em ver seus pezinhos calçados, o cheiro de coro novinho já não existia, todas as noites quando ia se deitar retirava os sapatos limpava com um pano velho e enrolava como se o sapato fosse sentir frio.


JUCA E OS SAPATOS- CONTO DE NATAL





Era último dia de aula como era de costume todos os anos acontecia à festinha de Natal onde os comerciantes da cidadezinha contribuíam com presentinhos para as crianças do vilarejo. Mas cada pessoa escolhia uma criança para receber o presente das mãos do  Papai Noel.
Juca era seu primeiro ano na escola e como nunca havia ganhado presentes ao ouvir seu nome e o Papai Noel segurando um embrulho o menino arregalou os olhinhos olhou para todos sem entender, pois não seria ele o menino que estava sendo chamado, mas era ele mesmo a professora olhou e disse:
-Vamos Juca é você mesmo levante e vá receber seu presente.
- O menino correu com seu corpinho franzino abraçou o seu presente todo embrulhado em papel vermelho com laçarote azul. Nem ficou mais na festinha saiu em disparada em direção a sua casa, ele descia a estradinha de terra correndo como um raio parecia ter medo que tomassem seu presente de volta.
Ofegante entrou na casa gritando: Mãe! Irmãos, pai olhe eu vi Papai Noel ele chamou meu nome e me deu esse presente. Olhem! Vejam!
Todos correram para a porta sentaram no batente e juntos abriram a caixa. Os olhos do menino brilharam como se fossem vaga-lumes saltitando do seu rostinho inocente. Ali dentro tinha um mais valioso dos presentes que o menino sonhava em um dia ganhar mesmo que fosse velhinho. Era um par de sapatos sapato preto com cadarços. Pensou: será que meu pé vai gostar de ficar aqui dentro sufocado?
Mas a alegria era tanta que não tinha tempo para falar nada apenas enfiando seu pé magrinho dentro do sapato pela primeira vez.  Com seus pés calçados com sapatos novinhos e macios  Juca corria parecia flutuar enquanto a família ria de ver a alegria e o contentamento do pequeno menino. Os pais por serem muito pobres sabiam que nunca teriam dinheiro para dar um par de sapatos novos ao filho Juca só tinha velhas alpercatas que recebiam em caridades na igrejinha.
 O menino não tirava o sapato do pé, a mãe dizia: Juca assim vai gastar tanto que na noite de Natal ele vai está velho e furado de tanto ficar andando por ai. Mas Juca nem ligava estava muito feliz em ver seus pezinhos calçados, o cheiro de coro novinho já não existia, todas as noites quando ia se deitar retirava os sapatos limpava com um pano limpo e enrolava como se o sapato fosse sentir frio.



A REVOLTA DO TIMTIM

  01 O gato chegou correndo Invadiu logo a cidade Nem parava para ouvir Saia em velocidade Queria ouvir do cão Toda a sua verd...