quarta-feira, 20 de outubro de 2021

VALENTINA E SUA BONECA DE PANO

 



 

Dizia a sua boneca Clarinha, que a floresta era encantada que tudo lá era feito de magia e que as fadas e os anõezinhos eram capazes de transformar o que fosse feio em bonito e com certeza iria transformar a Clarinha numa linda e espevitada menina.

E quando Valentina ouve o canto dos passarinhos ela pula de felicidades, sabia que estava pertinho da casa das fadas.

E confabulando com a sua querida boneca Disse toda esfuziante: 

- Clarinha você chega na casa das fadas como minha boneca e volta saltitando pela floresta com suas próprias pernas. Ah! Que felicidade!

Quando a tarde já engolia o dia, Os passarinhos apressados corriam em busca dos seus ninhos, as flores se fechavam para enfrentarem o sereno da madrugada, o céu começava e se pontilhar de estrelas e a floresta começava a escurecer, quando ouve uma voz dizendo:

- Volte correndo para sua casa, a floresta a noite é misteriosa e não saberá se defender dos perigos.

Valentina ficou assustada, abraçou a sua boneca quando viu surgir a sua frente voando entre as árvores a mais linda fadinha dos sonhos. Eram tantas luzinhas que ela lançava da sua varinha mágica que parecia estar no céu no meio das estrelas.

E sorrindo a fadinha disse:

- Sua boneca Clarinha será sempre sua amiguinha, não deseje transformar no que ela é. E partiu desaparecendo na escuridão.

Valentina pensou: A fada está certa, seremos sempre amigas. E assim voltou para casa com a certeza da felicidade entre ela e sua boneca de pano.

 

Autoria- Irá Rodrigues

terça-feira, 19 de outubro de 2021

TAMANDUÁ FOI PASSEAR

 




NÃO CHOVE NO SERTÃO


 

CRIANÇA DA CIDADE


 


 

Vive mais engaiolado

Na rua é risco brincar

Ou pelo carro é atropelado

Ou o moleque vem assaltar.

 

Para melhor segurança

Passa o dia no computador

Mas não pensa na criança

E dizem ser por amor.

 

Se lá fora só tem violência

Ensine a criança a brincar

Tenha mais consciência

Isso é saber amar.

 

 

Autoria- Irá Rodrigues

http://iraazevedo.blogspot.com.br/

 

CRIANÇA DO CAMPO,


 


 


 

 

Não se cansa da brincadeira

Acorda antes do galo

Sai em disparada descendo a ladeira.

 

Chega junto com o Sol

Logo chegam os amigos

E começa a disputa

No campo de futebol.

 

O suor vai escorrendo

As canelinhas finas não se cansam

Quando o jogo termina

Voltam para casa correndo.

 

Criança tem tanta energia

Que nunca ficam paradas

Tem um bicho carpinteiro

Fazendo estripulia.

 

 

Pulam feito passarinhos

A noite já bem cansados

Dormem tranquilos

Parecem até anjinhos.

 

Autoria- Irá Rodrigues

http://iraazevedo.blogspot.com.br/



FESTA NA FLORESTA

 


 

O corujão resolveu fazer uma festa e todos os amiguinhos foram convidados. Não faltou os que rastejam nem os que tem asas os que voam e os que só sabem andar como as galinhas o galo Adamastor e até uma perua velha que na floresta moravam. 

A galinha Zezé toda vaidosa queria ser a mais elegante da festa e assim poderia dançar até com o nobre gavião.

Logo cedo foi se enfeitar, colocou um chapéu com flores e um laçarote de fita. Numa asa uma sombrinha, na outra muitas pulseiras coloridas e uma bolsa, ainda calçou botas com meias listradas.

Com as suas penas sedosas, olhou-se no espelho, abriu o bico ao ver que estava muito elegante.

Seguia pela estrada cantarolando quando encontrou a coruja numa tristeza e foi logo perguntando:

- Ainda nesse desanimo! - Não vai à festa do nobre gavião?

- Não posso estou cuidando dos filhos e não tenho com quem deixar. - Respondeu a coruja numa tristeza que dava dó.

A galinha toda animada nem insistiu, seguindo seu caminho quando encontra a centopeia se lamentando, foi correr pra chegar logo perdeu um pé do sapatinho e estava mancando.

- Volte pelo caminho, com certeza vai encontrar. – Disse a galinha toda vaidosa com a sua elegância e não parou para ajudar a centopeia e nem percebeu que a pavoa estava ao seu lado ofuscando a sua beleza o que deixou a galinha com tanta raiva que nem respondeu o bom dia.

Ainda estava longe teria que planejar algo pra tirar aquela exibida do seu caminho. Pensou a galinha- Não vou deixar que outra apareça mais bela que eu.

E assim seguia apressando o passo deixando a pavoa bem atrás.

Com a sua inveja armou para que a pavoa caísse numa armadilha e assim pediu a ajuda tatu que logo ofereceu o buraco onde estava descansando.

No mato se esconderam e logo a pobre da pavoa fica com a perna presa à espera de ajuda, quando a galinha sai do mato, abre o bico dando gargalhadas e segue confiante de que seria a mais cobiçada de toda aquela festa.

A maldade não chega atrasada, a galinha se guia balançando as asas de contentamento quando a sua frente aparece uma raposa salivando de fome. A galinha saiu em disparada pelo mato, a raposa disposta a servir em seu almoço não media esforços nas canelas para abocanhar a galinha que por sorte encontrou um esconderijo, a raposa farejou, farejou e não encontrando desistiu e seguiu viagem.

 Final da história, a pavoa foi socorrida, chegou linda na festa e a galinha até hoje está correndo da raposa.

Autora- Irá Rodrigues

https://www.recantodasletras.com.br/contos-infantis/7348680

AVENTURAS

 


Laurinha era uma menina querida por todos da pequena vila onde vivia com a sua avó numa linda casinha toda colorida com jardim em volta onde brotavam flores de todas as cores, ao fundo da vila ficava um bosque onde a menina adorava passar as tardes falando com os animais que segundo ela todos sabiam se comunicar e entendiam o que ela falava. Quando o Sol começava a se despedir ela corria para casa com um sorriso estampado no rostinho inocente.

No dia seguinte era domingo ela saiu bem cedinho, queria iria até as montanhas e cantarolando saiu acompanhada pelo seu cãozinho Xodó. E logo apareciam os passarinhos cantando para saudar a menina que sorria saltitando pelo caminho deixado pelas ovelhas. Rodeada por centenas de borboletas nem percebeu que tomou um outro caminho e foi parar bem nas terras da bruxa temida por todos, até os animais fugiam das suas maldades.

- E agora! -  Pensou a menina, Como vou sair daqui sem ser percebida pela bruxa. Encantada ela disse:

- É tão mágico parece que nos envolve e a vontade e seguir para descobrir todos os mistérios desse lugar. E assim continuava e coisas estranhas começavam aparecer, árvores com frutas roxas, gatos que surgiam do nada, aranhas gigantes tecendo redes, era muito estranho e a curiosidade só aumentava. E foi seguindo até que chegou a uma porta e sem perceber bateu uma, duas, três vezes, pensava ela: - Não tenho medo de bruxa vou descobrir todos os mistérios.

Laurinha não viu nada, desmaiou e quando despertou estava no meio de um campo coberto com flores que falavam com ela para que fugisse daquele lugar. E logo apareceram coelhinhos que acompanharam a menina até a saída das montanhas.

E assim Laurinha prometeu ficar bem longe da montanha da bruxa.

Autora- Irá Rodrigues

A REVOLTA DO TIMTIM

  01 O gato chegou correndo Invadiu logo a cidade Nem parava para ouvir Saia em velocidade Queria ouvir do cão Toda a sua verd...