quinta-feira, 6 de março de 2014

A LUTA DO SAPO......



Na doida correria
As águas tropeçam
Em troncos e pedras
E o sapo naquela agonia...

Malditas rajadas de vento
Que encapelam as águas
E o sapo chorava e nadava
Perdeu-se da sua namorada...

O pobre lutava dava braçadas
Perdia o fôlego desesperava
Mais distante ficava...

A noite não tardaria a chegar
De tanto chorar e sem forças
Deixou à correnteza lhe levar...

O GOLFINHO...........



Sobe nas ondas
Faz cara feia
Olha aqui pessoal
Não joga lixo no mar
Isso pode nos matar...

Tanta ignorância
Amanhã não pode pescar
Nem seu filho nadar
Os peixinhos nem podem respirar...

 Vem aqui
Só quero conversar
Mas ninguém quer escutar
Parem com essa poluição
O mar não é lixão...

Amanhã
 Essa beleza pouco vai restar
Continua jogando lixo
A natureza se revolta
Ou o mar vai acabar...

Pensa nisso!
A quem vai se queixar
Se amanha nada disso restar
Será que Deus vai te escutar
depois das maldades que causar...

Irá Rodrigues



quarta-feira, 5 de março de 2014

O MENINO GUSTAVO...





Visivelmente apressado
Rondando sobre os pés
Sai gritando pelas ruas
Corram! O circo vem chegando! 

Afobado quer ser o primeiro
Abre a mochila mostra o bilhete que ganhou
Era como exibir um tesouro
Mais valioso que ouro...

Um homem velho fitando-o com curiosidade
Balança a cabeça ri e diz
Corra segure essa ansiedade
Que linda essa sua felicidade...

E saia o menino Gustavo
Os pés rodopiando
Os olhos nas estrelas
E feliz saia  gritando...
O circo  vem chegando

! ...

OS MENINOS E O CORUJÃO...



Aventura de meninos
Saem José e João
Pegam um alçapão
Para pegarem corujão...

Era uma perversidade
Trancar os bichinhos
Mas eles só brincavam
Depois soltavam...

E rindo diziam
Se Deus os fez livres
E não presos condenados
Arrancar da liberdade
Era sim uma maldade...

E assim soltaram o corujão
Que bateu asas
Esbugalhou os olhos
E partiu sem direção...


PAPAGAIO FOI Á ESCOLA....





Trocava as palavras
No lugar de cancela
Escrevia gamela...

Era uma confusão
Folha trocava por tocha
E as frases ficavam engraçadas
Todos riam das suas palhaçadas...

Trocava fonema por cinema
Sintonia por folia
Nada tinha começo nem fim
E ele escrevia assim...

Embaralhava tudo
Descrevia sua linguagem
Nada tinha rima nada rimado ficava
E dizia com sua ousadia
É assim a minha poesia...

NUNCA SE ESQUEÇAM



Que crianças felizes
Lembram estrelinhas caindo
Sorrindo de nuvem em nuvem
Toda feliz se exibindo...

Que no seu despertar
Parecem flores se abrindo
Espreguiçam-se dar bom dia
É uma verdadeira alegria...

Cada criança uma flor
Exalando o seu doce perfume
A caminho da escola saltitante
Torna assim o dia mais radiante...

A REVOLTA DO TIMTIM

  01 O gato chegou correndo Invadiu logo a cidade Nem parava para ouvir Saia em velocidade Queria ouvir do cão Toda a sua verd...