Era um homem barbudo e tão cabeludo
Tinha até cabelos nas mãos e nas orelhas
De tão branco que eram seus cabelos
Misturava-se com as ovelhas...

A cara empapada
Parecia uma alma penada...
De tão feio que era
Com um bigode de foca
E roncava tão feio
Parecia com uma porca...
Nas estradas ele andava
De saco nas costas
Qual criança encontrava
E logo não se assombrava...
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